As escolas e faculdades de enfermagem formam muitos profissionais a cada ano – o que aumenta a concorrência, porém existe varias áreas de trabalho, principalmente na área de saúde da família. No programa do governo federal, cada equipe conta com, no mínimo, um enfermeiro. Em hospitais, em geral, o profissional é contratado como assistente, para depois ocupar o cargo de enfermeiro

Dentre as especializações mais aquecidas estão enfermagem neonatal, cardiologia, nefrologia, emergência e UTI de adultos. Grandes empresas contratam o profissional para atuar na área de saúde do trabalhador e em ambulatórios. Sul e Sudeste concentram os maiores empregadores. Norte e Nordeste são carentes de enfermeiros obstetras. Para o licenciado, a demanda vem, principalmente das escolas profissionalizantes dos grandes centros urbanos.

Entretanto, estão sendo formados profissionais sem muita qualificação, tendo em vista que diversos estudantes vão às unidades escolares somente em dias de avaliação, deixando a desejar os conhecimentos no decorrer do semestre letivo.

Acadêmicos e estudantes de nível médio, muitas das vezes tem a oportunidade de acompanhar palestras, seminários e cursos sobre diversas áreas e deixam de participar por "preguiça", por achar que não é preciso, pois o que se aprende em sala de aula já é o suficiente, entrementes eles estão totalmente enganados, pois o mercado de trabalho exige de cada profissional conhecimentos nas diversas áreas da enfermagem e saúde, sendo que a cada dia muda as tecnologias e os métodos de cuidas.

No ponto de vista, as unidades deve-se exigir mais no semestre letivo e acompanhar o estudante de enfermagem mostrando-o a real vivencia de enfermagem, que cuidar não é somente administrar remédios, e sim tratar, acompanhar, orientar, ajudar a quem necessita, dar apoio ao paciente tanto emocionalmente como psicologicamente.

Autor: Diego Natividade