É essencial saber que, quando o lixo infectante tem origem hospitalar, o mesmo será dividido em uma das quatro categorias: resíduos infectantes, radioativos, perigosos e geral. Culturas de microrganismos, resíduos de produtos biológicos, restos de laboratórios de manipulação genética, animais ou partes de indivíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica, bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes, sobras de amostras de laboratório com sangue ou líquidos corpóreos, carcaças, peças anatômicas, vísceras, membros do ser humano, produto de fecundação sem sinais vitais, cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação e outros elementos são considerados lixo infectante. Todos os anos, milhares de toneladas de lixo infectante são produzidas, sendo que a maior parte delas são provenientes de hospitais e matadouros, embora outras fontes como consultórios médicos, centros de pesquisas, clínicas odontológicas, laboratórios farmacêuticos e outros locais também sejam responsáveis pela fabricação deste tipo de lixo.

Quando o lixo infectante tem origem hospitalar, o mesmo será dividido em uma das quatro categorias: infectantes, radioativos, perigosos e geral. Saiba que é necessário ter gravado em mente que os resíduos infecciosos são aqueles que podem causar danos às pessoas ou ao meio ambiente em si e esta categoria inclui itens como ataduras, luvas cirúrgicas, instrumentais cirúrgicos, agulhas, culturas, lençóis, cateteres e outros tipos de artigos. Os resíduos infecciosos devem ser gerenciados e contidos para que se evite a propagação de infecção, toxinas e poluentes. Se estes materiais penetrarem no corpo, podem levar a doenças graves ou mesmo seríssimas. Para que nada fuja do esperado, o confinamento e transporte devem ser realizados de maneira totalmente segura, desta forma, a natureza e os seres humanos não serão infectados por agentes perigosos. É primordial saber que os resíduos infectantes, independente do tipo, deverão ser acondicionados em sacos plásticos brancos, com identificação e ter o símbolo de infectante. A fim de garantir a segurança de quem vai manipular o lixo infeccioso, os sacos deverão conter apenas 2/3 de sua capacidade total, desta forma se evitará o transbordamento ou a rasgadura dos mesmos. Para que tudo aconteça conforme o esperado, o interessado deverá buscar mais informações a respeito da legislação vigente. Até porque, para cada tipo de lixo infectante, existe uma maneira certa para que ocorra o descarte. Por fim, lembre-se que manipular tudo da maneira correta eliminará a chance de contaminação de pessoas ou mesmo do meio ambiente.


Fonte: Dinâmica Ambiental