Durante a gestação, a mulher sofre várias transformações no corpo, hormonais e no desempenho de papéis sociais. Todas as mulheres, portanto, estão sujeitas a passarem por transtornos psíquicos, como a depressão pós-parto, durante esse período delicado, com ênfase nas adolescentes por essas mudanças se tornarem ainda mais bruscas.

Quando ocorre o parto, os enfermeiros estão entre as pessoas de primeiro e mais frequentemente contato com a mãe e o bebê, por isso algumas ações são importantes e se tornam um modo de auxiliar na prevenção da depressão pós-parto.


Condutas terapêuticas subjetivas e um cuidado mais atento e efetivo por parte da equipe de enfermagem, vivenciando de modo singular a relação com cada mãe, observando suas atitudes em relação à criança, se há tendência ao isolamento, irritabilidade e outros sintomas depressão pós-parto, podem fazer com que a doença seja identificada e tratada em seu início, evitando maiores sofrimentos para a paciente e para a própria criança.[/p]

Entre as ações que podem ser feitas pelos enfermeiros em relação a esse assunto, podemos citar:


• Ficarem mais atentos às relações da mãe com seu filho;

• Solicitar acompanhante;

• Conversar mais com a mãe;

• Estimular o contato mãe e filho;


Essas atitudes, além de tornarem o profissional mais ético, também o tornam mais humano, o que é indispensável aos profissionais da área da saúde.


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