A urgência é caracterizada como um evento grave, que deve ser resolvido o mais rápido possível, mas que não possui caráter imediatista, ou seja, que deve ser tratado com cautela e de modo planejado para que o paciente não corra risco de morte.

A emergência, por sua vez, se trata de uma situação gravíssima que deve ser tratada de modo imediato, caso contrário, o paciente poderá ir a óbito ou apresentar sequelas irreversíveis.

Existem vários locais onde os profissionais de enfermagem podem atuar, entre eles podemos citar:

• Unidades de atendimento pré-hospitalar;
• Unidades de saúde 24 horas;
• Pronto socorro;
• Unidades de terapia intensiva;
• Unidades de dor torácica;
• Unidade de terapia intensiva neonatal;
• E até mesmo em unidades de internação.

A enfermagem tem participação tanto na urgência quanto na emergência, e a capacitação profissional, a dedicação e o conhecimento teórico e prático irão fazer a diferença no momento crucial do atendimento ao paciente.

Sem treinamento, há o risco de que o profissional de saúde perca a objetividade em uma situação de emergência, como dificuldades para atender o paciente adequadamente ou até mesmo medo de aproximar-se da situação.

Quando a equipe de enfermagem é treinada, capacitada e devidamente motivada, existi maior rapidez e eficiência no atendimento, o que pode, na maioria das vezes, salvar muitas vidas em situações complicadas.

A profissão de enfermagem exige que os profissionais lidem diariamente com pacientes em risco de morte e que dependem do cuidado para que mantenham suas vidas. A equipe de enfermagem deve, portanto, priorizar a assistência ao paciente da melhor forma possível, o que torna a profissão tão importante.

Portanto, estudar, capacitar e praticar são ações essenciais para o desenvolvimento profissional dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, área na qual a preocupação com as ações desenvolvidas no dia a dia é fundamental.



Fonte de conteúdo: Portal Educação
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