Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Loyola de Chicago aponta que mulheres com incontinência urinária possuem micro-organismos no trato urinário diferentes se for comparado com as mulheres saudáveis. Após essa descoberta cientistas estão tentando saber quais são os micro-organismos que constituem o microbioma urinário e quais os efeitos das alterações nessa região para a saúde.

Foi possível perceber também certas evidencias que mostram que o microbioma urinário altera de acordo com a idade das mulheres. Por isso, os pesquisadores pegaram amostras de urina de 309 mulheres adultas com idades entre 22 e 90 anos. Com o resultado obtido eles perceberam que as espécies encontradas foram maiores em mulheres com incontinência do que em mulheres saudáveis.

A pesquisa realizada concluiu que, em mulheres adultas a composição do bioma da bexiga está associada a incontinência urinária, independentemente do tipo dela. A detecção de mais micróbios vivos foi ligada ao agravamento dos sintomas da enfermidade.

Outro fator relevante é que outros estudos feitos antes deste levantaram as seguintes informações:


Mulheres com diversas condições urológicas, incluindo bexiga hiperativa e cistite intersticial têm um microbioma urinário alterado.

Mulheres que tiveram incontinência urinária de esforço (perda de urina com atividade física) apresentaram microbiomas urinários diferentes em comparação com mulheres que tiveram incontinência urinária de urgência (perda de urina com desejo repentino de urinar).

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Fonte: G1

Imagem: 123RF